Muitas dúvidas e preocupações surgem quando uma mulher engravida e uma das principais é em relação ao parto humanizado, que corresponde ao parto normal e cesárea.
É importante que a gestante e o seu parceiro sejam inteiramente orientados pelo seu obstetra durante todo o período da gestação, para que eles possam estar cientes de todo o processo e dos riscos.
Também chamado de parto natural ou parto vaginal. Ele recebe tais nomes devido ao fato de ser de forma totalmente espontânea e sem intervenção cirúrgica, afinal de contas, é quando a bolsa d’água – que envolve o bebê no útero – é rompida e o bebê sai do útero pelo canal vaginal.
Um fator que marca o início de um trabalho de parto é a dilatação, que é quando o colo do útero tem um encurtamento e, em seguida, uma dilatação de até 2 cm de abertura. Depois disso, é comum a mãe ter contrações, que inicialmente, são mais espaçadas e depois, ficam mais rápidas e bem intensas, causando dores.
Um dos maiores benefícios do parto normal são a produção de ocitocina e prolactina. A ocitocina é chamada de hormônio do amor e é responsável por ocasionar as contrações, a minimizar o sangramento no parto e favorecer o vínculo entre a mãe e o bebê.
Já a prolactina é chamada de hormônio do leite humano, que, como o próprio nome sugere, é responsável por estimular a produção de leite. Assim, imediatamente após o bebê nascer, ele já pode mamar.
A OMS – Organização Mundial da Saúde – recomenda que o parto seja normal (via vaginal) em caso da mulher ter tido uma gestação totalmente saudável, informação extraída pelos exames de pré-natal.
Vale ressaltar que somente o médico obstetra tem aptidão de informar como está o desenvolvimento da gestação, da saúde da mãe e do bebê e qual o parto mais indicado.
Para otimizar sua experiência durante a navegação, fazemos o uso de cookies. Ao continuar no site, consideramos que você está de acordo com nossa Política de cookies.