Atualmente, existem vários métodos contraceptivos que podem ajudar a evitar uma gravidez indesejada, porém eles possuem diferentes taxas de eficiência. Alguns, como a pílula anticoncepcional, Implante subcutâneo e o DIU, por exemplo, têm índices menores de falha, mas apenas o preservativo protege de doenças sexualmente transmissíveis (DST), além de evitar a gravidez.
É importante ressaltar que você sempre deve consultar um ginecologista antes de escolher e utilizar um dos métodos anticoncepcionais, porque o especialista avalia a paciente levando em consideração sua idade, frequência de relações sexuais, necessidades reprodutivas, saúde, história pessoal e familiar, entre outras particularidades.
Os métodos se diferem na forma de utilização e só terão eficácia se usados de maneira correta. Uns são menos invasivos que outros, sendo possível o interrompimento do uso e chance de engravidar depois, e alguns são irreversíveis, feitos por meio de uma intervenção cirúrgica.
Eles são classificados em cinco grupos:
São os métodos utilizados com base na abstinência sexual periódica, ou seja, é quando a mulher identifica o início e o fim do período fértil do seu ciclo menstrual, sabendo, na teoria, quando é mais seguro para ter relações sexuais sem perigo de uma gravidez indesejada.
A eficácia desses métodos é mais baixa que os outros, porque leva em consideração os possíveis dias de período fértil, que muitas vezes pode mudar por questões hormonais, psicológicas, situações de estresse, entre outras.
Exemplos de métodos comportamentais:
Como o próprio nome diz, essa categoria abrange os métodos que funcionam como uma barreira impedindo que o espermatozoide entre em contato com o canal vaginal.
A taxa de eficiência desses métodos varia. Os espermicidas têm um índice de eficácia bem mais baixo quando comparados com o preservativo, por exemplo.
A camisinha é o método de barreira mais conhecido que, além de prevenir uma gravidez indesejada, é o único método contraceptivo capaz de proteger das DSTs. O preservativo masculino é mais comum de ser encontrado, inclusive em unidades públicas de saúde, mas também existe o feminino.
Exemplos de métodos de barreira:
A contracepção hormonal é, basicamente, aplicação de estrogênio e progestinas (medicamentos que se assemelham à progesterona) que impedem a liberação de óvulos e mantém a densidade do muco no colo do útero elevada, barrando a entrada de espermatozóides.
Suas taxas de eficácia são bem altas quando comparadas a outros métodos.
Por envolver a produção de hormônios no corpo, deve ser, especificamente, prescrito por um médico que vai levar em consideração o histórico de saúde da paciente.
Eles podem ser utilizados de diversas formas:
Aqui é realizada a esterilização, que inclui a laqueadura nas mulheres e a vasectomia nos homens. São métodos com altas taxas de eficácia de contracepção.
A laqueadura é a cirurgia de corte das trompas e é definitiva, ou seja, irreversível. A vasectomia é a obstrução do trajeto dos espermatozóides, impedindo a presença deles ao ejacular. Porém, a vasectomia pode ser reversível. Mesmo assim, apenas 5% dos homens acabam fazendo a reversão.
Por serem métodos cirúrgicos, a legislação só permite as cirurgias em maiores de 25 anos com pelo menos dois filhos vivos e em casos de risco de vida para a mulher ou um futuro bebê.
O DIU é um dispositivo feito de polietileno que é adicionado cobre ou hormônio e é inserido no útero. É um método contraceptivo que envolve muitas informações, então disponibilizamos um texto informativo exclusivo sobre os tipos de DIU.
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