O DIU é um dos métodos contraceptivos com alta taxa de eficácia, não é definitivo e pode ser utilizado por um longo período de tempo. É um pequeno dispositivo em formato de T feito de polietileno combinado a cobre ou hormônios.
Ele é inserido por um médico no interior do útero em um procedimento rápido e praticamente indolor.
Existem muitos mitos ao redor do DIU, como a impossibilidade de usar o dispositivo mesmo que nunca tenha ficado grávida, que é um dispositivo abortivo, que aumenta os riscos de gravidez ectópica, entre outros.
Por isso, a consulta com um especialista de confiança é sempre indispensável.
É uma estrutura de plástico flexível coberta por fios de cobre. Ele atua causando mudanças no endométrio e muco cervical, impedindo a chegada dos espermatozóidesno óvulo. Além disso, o metal gera danos aos óvulos.
O DIU de cobre é muito eficaz. A estimativa é que a taxa de gravidez, quando utilizado esse método, seja inferior a 1 em 100 mulheres por ano. É uma excelente alternativa para quem não pode fazer uso de hormônio.
É contraindicado para pessoas com alergia a cobre, com problemas de coagulação, com distorção da cavidade uterina e que tenha um alto fluxo menstrual.
O seu uso pode acarretar efeitos colaterais como sangramento prolongado e intenso, sangramento irregular e cólicas menstruais.
Existe também o Diu de Cobre com Prata que aumenta menos o sangramento menstrual e a cólica.
O dispositivo hormonal funciona com a liberação de levonorgestrel, um hormônio progestógeno (semelhante à progesterona). Esse hormônio é liberado continuamente na corrente sanguínea numa quantidade inferior quando comparada às pílulas anticoncepcionais.
A forma de atuação é parecida com a do DIU de cobre, promovendo afinamento do endométrio e alteração no muco cervical. Porém, neste caso, o hormônio vai sendo liberado no útero lentamente ao longo do tempo.
Esse tipo de DIU é tão eficiente quanto o de cobre, ou seja, menos de 1 mulher em 100 mulheres podem engravidar no período de 1 ano.
Por muito tempo, a única opção de DIU hormonal disponível no Brasil era o DIU Mirena®, que surgiu para garantir a redução do sangramento menstrual e das cólicas.
Recentemente foi lançado aqui no país o DIU Kyleena®, que é um dispositivo com baixa dose hormonal e dimensões menores para se adequar às mulheres com canal cervical mais estreito ou cavidade uterina menor.
E diferente do Mirena®, o Kyleena® não tem indicação de tratamento para pacientes que têm sangramento menstrual intenso.
Para otimizar sua experiência durante a navegação, fazemos o uso de cookies. Ao continuar no site, consideramos que você está de acordo com nossa Política de cookies.
Automated page speed optimizations for fast site performance